Saúde Corporativa: Despesa ou Investimento?

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Bem-estar dos colaboradores deve se tornar o principal diferencial para aumento da produtividade no trabalho
Por Christiano Quinan*

Historicamente, as organizações têm se concentrado em dois componentes do capital humano, ignorando um terceiro. Os trabalhadores têm sido equipados com os últimos e melhores equipamentos – computadores, máquinas e ferramentas – para aumentar a produtividade. Além disso, as boas companhias investem em treinamentos contínuos para manter os colaboradores habilitados e atualizados num mercado em constante mudança. Entretanto, esquecem ou minimizam a importância de um fator muito importante: a saúde e o bem-estar de seus empregados.

Num ambiente de alta competitividade, onde faltam profissionais de qualidade e o conhecimento muda de forma rápida, ignorar essa área é correr um sério risco, pela simples razão que o conceito de saúde e bem-estar se tornará a grande fonte para o aumento da performance, e diferencial crítico entre companhias de alta e de baixa produtividade.

Olhar a saúde como um grupo de fatores independentes é ter uma visão simplista do conceito. Uma boa assistência médica não significa simplesmente tratar doenças, mas envolve também uma variedade de serviços, como avaliação de riscos, promoção e gestão da saúde, prevenção de doenças, e riscos relacionados à produtividade.

A saúde da força de trabalho, seu estilo de vida e seu perfil de riscos são as maiores fontes de performance e vantagem competitiva, mas requerem a gestão integrada de diversas áreas – bem-estar, prevenção, gestão de doenças, sinistralidade – para toda a população envolvida. A frase “não se pode gerenciar o que não se poder medir” mostra às empresas que o caminho seguramente será a medição dos resultados da gestão da saúde e da produtividade.

A gestão da saúde e produtividade não deve ser um modiscmo. Ela é o caminho para o sucesso futuro da empresa, porque é derivada de verdades incontestáveis – demográficas, econômicas e psicossociais. Quando uma companhia coloca em seu discurso a frase “nossos empregados são nosso mais importante ativo” deve demonstrar esse comprometimento investindo na saúde e bem-estar de seus empregados.

O futuro pertence aos inovadores e aos velozes; empresas formadas por pessoas de altíssima performance e investimentos significativos em saúde. O plano de saúde de maior sucesso é aquele que evita custo e não aquele que o controla, e hoje essa tarefa deve ser compartilhada entre a operadora e a empresa, sendo esta última a maior responsável. COnte com a The1 Health Adviser, empresa pioneira em Goiás na consultoria para contratação de assistência médica premium, baseada nos conceitos de qualidade, inovação e gestão de recursos humanos.

*Christiano Quinan tem mais de 15 anos de experiência e passagem de destaque pela Direção da Amil e Presidência do Comitê de Saúde da AMCHAM. É mestre em Administração e professor de MBA em Gestão de Clínicas Médico-Odontológicas da Faculdade Sul Americana. Sócio-fundador da The1, ocupa a direção geral da empresa.

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